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Coronavírus e trabalho solitário

O que isso significa para as empresas?

Foto simbólica: home office

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Qual o efeito do coronavírus sobre trabalhadores solitários?

O novo coronavírus (nome científico: Sars-CoV-2) nos apresenta novos desafios. Com a implementação de medidas para evitar a disseminação do coronavírus, como trabalho em home office ou jornadas reduzidas, as várias precauções de segurança causaram uma situação nova: um número cada vez maior de colaboradores que trabalham sozinhos, os chamados "trabalhadores solitários". A definição de trabalhadores solitários é a seguinte: "pessoas que fazem suas atividades de trabalho sozinhas, fora do alcance visual e auditivo de outras pessoas." (Fonte: DGUV, Regulamentação 100-001, "Principles of Prevention" (Princípios de prevenção), parágrafo 2.7). É do total interesse das empresas manter os negócios a pleno vapor, seja pela necessidade de realizar tarefas importantes – como no caso de serviços de emergência e serviços públicos nas ruas da cidade –, seja para proteger a receita e garantir a própria existência.

O que isso significa para as empresas?

As empresas têm o dever de garantir a saúde e a segurança dos funcionários. Isso vale também para quando esses funcionários trabalham de casa ou realizam tarefas que normalmente fariam junto com outra pessoa. Isso ganha importância especial para pessoas expostas a um risco elevado, ou seja, quem trabalha em profissões precárias, quem tem problemas de saúde ou quem se expõe a um maior risco de emergências de saúde. Por que isso é tão importante?

  • Pode demorar até uma emergência médica ou um acidente serem percebidos, o que acarreta graves consequências.
  • Para os trabalhadores solitários, a assistência que outras pessoas poderiam prestar pode demorar ou simplesmente não vir. Por exemplo, digamos que seja necessário ligar para um socorrista.
  • Se o trabalhador solitário não for capaz de fazer isso, por ter ocorrido uma emergência ou por não conseguir se mover, ele não vai conseguir pedir ajuda.

Qual a solução?

Para proteger trabalhadores solitários com risco elevado, recomendamos-se o uso de um sistema pessoal de sinais de emergência. Esse sistema funciona por smartphone, o que significa que o colaborador pode usar o próprio celular de trabalho para se proteger enquanto trabalha sozinho. A nova solução de proteção para trabalhadores solitários da Bosch, GuardMe, é um exemplo desse tipo de produto. Essa solução foi desenvolvida para smartphones Android, como Sonim XP8, que tem o botão vermelho com sinal de emergência exigido pelas instituições de segurança contra acidentes. Esses dispositivos também são particularmente resistentes a danos por quedas, umidade e temperaturas extremas.

Junto com um smartphone com sistema Android, o Bosch GuardMe atende todas as exigências de um sistema pessoal de sinalização de emergência, de acordo com as regulamentações definidas pela Associação Alemã de Tecnologias Elétricas, Eletrônicas e de Informações (VDE) e com certificação do Seguro Social contra Acidentes (DGUV, da Alemanha), de acordo com a norma DIN VDE V 0825-11.

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